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Educação e Cultura

EDUCAÇÃO ESTADUAL

Greve de professores deixa 860 alunos sem aula no Ana Amorim

21/06/2015 17h40 - Atualizado em 24/06/2015 14h37
Greve de professores deixa 860 alunos sem aula no Ana Amorim Divulgação

Fred Alves

Desde o último dia 8 de junho, 15 professores concursados que atuam na Escola Estadual Ana Amorim, em Pedro Afonso, aderiram à greve estadual e suspenderam suas atividades. Com isso, 860 alunos estão sem aulas.

Nas demais escolas da cidade – Cristo Rei e Ana Amorim – as aulas prosseguem normalmente.

Ainda na regional de Pedro Afonso outras unidades educacionais estão sem aulas devido a paralisação: Escola Estadual Almeida Sardinha e Colégio Estadual de Itacajá, ambas em Itacajá, e a Escola Estadual de Tempo Integral de Santa Maria, em Santa Maria do Tocantins.

As principais reivindicações são O pagamento da data-base com índice de 8,34% na folha de maio de 2015; retroativo das progressões 2013, 2014 e 2015; revisão da decisão que impede a equiparação Prono e Proeb; reajuste com base no custo aluno ano (13,01%); situação dos pedagogos (lotação/carga horária comprometida); eleição de diretores de forma democrática, e enquadramento dos administrativos para a Seduc.

A representante do Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado do Tocantins (Sintet) em Pedro Afonso, Renata Rocha Cardoso, explicou que as demais escolas de Pedro Afonso não aderiram à greve por motivos diversos. “O Pádua Fleury alegou que não parou por ter somente dois professores efetivos em sala, mas que se a greve continuar até o mês de agosto eles irão entrar. A APAE para não prejudicar o calendário, mas também irá nos apoiar em agosto se a greve continuar. O Cristo Rei preferiu não entrar, uma vez que alguns professores ficaram chateados com algumas coisas que aconteceram na greve do ano passado, mas esperamos o apoio dos colegas. E as demais escolas da regional, Bom Jesus, Tupirama, Centenário e Recursolândia, não pararam por haver um número excessivo de professores contratados”, informou Renata.

A representante do Sintet afirmou que nas escolas em greve os servidores contratados estão fazendo somente suas hora-atividades, arrumando diários, corrigindo e elaborando provas. As secretarias também estão funcionando para fornecer documentos e cumprir prazos de programas.
 

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